A Apple sempre posicionou seus dispositivos como referências tanto em engenharia quanto em design, e dois cenários distintos colocam essas características à prova: a resistência bruta dos componentes internos contra a natureza e o apelo estético que evoca a história da computação. Recentemente, testes extremos de submersão desafiaram as certificações oficiais da marca, enquanto, paralelamente, o mercado de acessórios busca resgatar a alma da empresa com lançamentos voltados para o futuro iPhone 17 Pro.

Desafiando os limites da certificação IP68

Quando a Apple lançou a linha iPhone 11 e 11 Pro, a promessa era clara: aparelhos à prova d’água com certificação IP68. Oficialmente, isso garantiria a sobrevivência dos dispositivos a dois metros de profundidade por 30 minutos para o modelo padrão, e até quatro metros para a versão Pro. No entanto, para verificar se essas especificações condiziam com a realidade fora de um ambiente controlado, o portal CNET, em colaboração com a Sofar Ocean Technologies, realizou um experimento prático na Baía de Monterey, na Califórnia.

Utilizando o drone subaquático Trident, os smartphones foram submetidos às águas frias do outono californiano. O primeiro teste respeitou o limite teórico do modelo Pro: quatro metros de profundidade durante meia hora. Ao retornarem à superfície, ambos os aparelhos surpreenderam. As telas sensíveis ao toque respondiam perfeitamente, não havia qualquer sinal de condensação nas lentes das câmeras e o sistema operava sem falhas. A única ressalva ficou por conta do áudio; o iPhone 11 apresentou um som levemente abafado, enquanto a versão Pro, embora com volume superior, demonstrava certa distorção.

Mergulhos extremos e as sequelas do teste

Não satisfeitos com o limite recomendado, a equipe levou os aparelhos a oito metros de profundidade. Mesmo dobrando a pressão sobre o modelo padrão, a integridade física de ambos se manteve. As câmeras continuaram a capturar imagens nítidas sem infiltração de água, e os alto-falantes funcionavam, mantendo a tendência do modelo Pro apresentar um volume mais intenso que seu irmão menor.

O teste final foi agressivo: 12 metros de profundidade. Isso representa seis vezes a resistência garantida para o iPhone 11 e o triplo para o 11 Pro. Contra todas as expectativas, os corpos dos aparelhos saíram praticamente ilesos. Contudo, após três dias de secagem total, ficou evidente que a pressão extrema cobrou seu preço no sistema de som. Comparados a unidades novas através de medições no Apple Watch, os dispositivos submersos reproduziam áudio com menos nitidez e alguns decibéis abaixo do normal, comprovando que, embora o aparelho sobreviva, componentes sensíveis como os alto-falantes sofrem degradação em condições tão adversas.

O retorno a 1984 com o iPhone 17 Pro

Enquanto a engenharia garante a sobrevivência em profundidades oceânicas, em terra firme a prioridade dos usuários se volta para a personalização e a estética. A escolha da melhor capa para o aguardado iPhone 17 Pro, por exemplo, deixou de ser apenas uma questão de proteção contra quedas para se tornar uma declaração de estilo. Nesse contexto, a nostalgia dos anos 80, impulsionada por fenômenos culturais como o final da série Stranger Things, encontra espaço no design de acessórios modernos.

A Spigen, conhecida fabricante de acessórios, capturou essa essência com o modelo Classic LS. A capa transforma o visual moderno do iPhone 17 Pro em uma homenagem direta ao lendário Macintosh 128K. Para quem cresceu ou admira a história da tecnologia, o tom bege monótono que dominava os escritórios daquela década é inconfundível.

O acessório não se limita apenas à cor. Os detalhes foram meticulosamente pensados para evocar o computador original da Apple. Há uma releitura do logotipo da fabricante de capas que remete à antiga identidade visual da Maçã, a icônica saudação “hello” gravada próxima ao botão de energia e até mesmo um recorte que simula a entrada de um disquete. É uma fusão interessante onde o hardware do futuro veste a roupa de 1984, provando que, seja resistindo à pressão do mar ou apelando para a memória afetiva, o iPhone continua sendo um ponto central de convergência entre tecnologia e estilo de vida.