19 de October de 2019

Economia de energia elétrica, um conflito de gerações

Foto: Reprodução/Internet.

Realizado no Brasil, México e Colômbia, o estudo mediu as ações adotadas pelas pessoas em relação à economia de energia, assim como o impacto que esta questão tem em cada residência e a importância do assunto quando se fala em mudanças climáticas.

Denominado de Consciência e Práticas de Consumo de Energia nos lares da América Latina, o objetivo do estudo é tornar as residências lugares sustentáveis. O responsável foi a Lutron Electronics, líder mundial em controle de iluminação elétrica e natural com foco na eficiência energética.

Um fato importante revelado neste estudo é que os pais e mães de família são os que mais insistem em desligar as luzes em espaços desocupados de uma casa. Além disso, são eles que desaprovam o uso simultâneo de diversos dispositivos eletrônicos, mostrando a grande diferença na consciência sobre o consumo de energia entre pais e filhos.

De acordo com a pesquisa, 53% dos entrevistados no Brasil – todos com idades entre 25 e 45 anos – afirmam que são eles próprios os mais preocupados com a economia de energia em casa, enquanto 35% garantem serem os seus parceiros. Apenas nove por cento atribui essa preocupação a pais e avós, dois por centro a irmãos e um por cento a amigos.

“Mas por outro lado, a geração mais jovem, com menos de 18 anos, é aquela que adota inovações tecnológicas com mais facilidade. Não nos surpreende saber que crianças de três anos sabem usar diversas funções de um smartphone”, afirma Pedro Polo, diretor-geral da Lutron no Brasil.

No Brasil, o local onde as luzes ficam mais acesas desnecessariamente é a cozinha, enquanto no México são os quartos e na Colômbia, os banheiros.

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