Marcos Laraya fala sobre a prática da ginástica ao blog do Ministério da Saúde

Médico Marcos Henrique Ferreira Laraya. Foto: YouTube.

Em entrevista concedida ao Blog do Ministério da Saúde, publicada neste domingo (21), o médico Marcos Henrique Ferreira Laraya, do Instituto de Especialidades Ortopédicas – IEsport Marília, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do exercício e do Esporte- SBME,  fala sobre a prática da ginástica como meio de beneficiar a saúde, o que deve ser feito com cautela. 

 O assunto foi pauta do Blog em razão da realização das Olimpíadas realizadas no Brasil, quando foram destacados alguns esportes olímpicos que beneficiam todas as idades.

 As orientações dos especialistas da área esportiva recomendam que iniciar a prática de um esporte requer atenção e que um acompanhamento médico é sempre importante antes de decidir qual a melhor modalidade para os objetivos em termos de melhoria da saúde.

 O conteúdo do blog destaca que a ginástica é uma boa opção desde que praticada com cautela. Isso porque ela promove benefícios cardiovasculares e também ajuda a manter a musculatura alongada e fortalecida, mas se praticada em exagero pode acabar causando lesões graves.

 Conforme explica o ortopedista e traumatologista Marcos Laraya, se a busca pela prática for voltada a melhorar a qualidade de vida, pessoas com encurtamento muscular, dores na articulação, ou até mesmo processos degenerativos leves podem praticar a ginástica, diferentemente dos atletas de alto rendimento, em que a carga de atividade é muito maior, podendo provocar lesões do aparelho muscular esquelético.

O médico destaca que se praticada de forma adequada, a ginástica pode melhorar a qualidade de vida porque mantém a musculatura saudável com alongamento e fortalecimento. Explica ainda que uma boa atividade física precisa integrar a parte aeróbica (respiratória) e anaeróbica (muscular), e que em relação a lesões, há diferenças entre a ginástica rítmica e a artística.

Segundo Laraya, os riscos são maiores na ginástica artística do que na rítmica porque o impacto é maior, mas ambas podem ocasionar lesões por traumas de repetição ou excesso de uso de uma determinada articulação, podendo levar a lesões mais graves ou lesões que ocorrem com a articulação saudável, como torções.

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