22 de October de 2018

Agronegócio: Mapa e Sebrae trabalham para compatibilizar a pequena agroindústria ao Simples Nacional

Reunião entre a ministra da Agricultura Kátia Abreu e o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, para compatibilizar a regulamentação das pequenas agroindústrias com a lei do Simples Nacional - Foto: Charles Damasceno/Sebrae

SIMPLIFICANDO

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) debateu com o diretor-presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, instrumentos para desburocratizar a atividade das pequenas agroindústrias. Mapa e Sebrae trabalham para compatibilizar a regulamentação das pequenas agroindústrias com a lei do Simples Nacional (Lei Complementar 123/2006), especialmente em relação à fiscalização orientadora das microempresas e empresas de pequeno porte.

MANDIOCA/PREÇO

O clima favoreceu a colheita da raiz de mandioca em boa parte da última semana (7-12), com chuvas apenas na segunda metade do período. Assim, as atividades avançaram na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Apesar de a oferta ter aumentado, ainda esteve abaixo do esperado pelos agentes das indústrias, o que ainda manteve a ociosidade industrial elevada e os preços, em alta. Com maior liquidez nos mercados de farinha e fécula e com indústrias precisando repor estoques, a demanda industrial continuou firme. Como resultado, passou a haver maior disputa pela matéria-prima, levando parte dos produtores a entregar o produto em empresas diferentes daquelas inicialmente acordadas.

SOJA

Com bom volume de soja já negociado antecipadamente, conforme avança a colheita, vendedores têm dado preferência por cumprir contratos, adiantando até mesmo entregas previstas para daqui dois ou três meses. Esse cenário limitou as negociações no spot na semana passada (7-12), mas os preços caíram no período, pressionados especialmente pelo recuo do dólar – em sete dias, a moeda norte-americana se desvalorizou 4,4% frente ao Real, indo para R$ 3,60 na sexta-feira, 11.

CETATE/CATI

O mês de março começou cheio de atividades programadas pelas CATI Regionais, com o suporte dos profissionais do Centro de Treinamento (Cetate/CATI). “O Centro faz parte do Departamento de Comunicação e Treinamento e oferece não apenas as instalações na sede da CATI, em Campinas, mas organiza a agenda de cursos oferecida de acordo com as demandas regionais”, explica Miriam Abrahão Gonçalves, diretora do Cetate. Desde o início do mês de março várias capacitações já foram feitas, como na região de Presidente Prudente, com o 4.º Dia de Campo em Olericultura, realizado em quatro municípios da esfera de atuação da CATI Regional Presidente Prudente (Sandovalina, Presidente Bernardes, Santo Expedito e Tarabai), abordando as questões de manejo sustentável para a produção de folhosas. Além destes, foram oferecidos diversos outros temas nas CATI Regionais Ourinhos, Araraquara, Mogi das Cruzes somando até (11 de março) oito capacitações, ficando outros 41 cursos nesta segunda quinzena de março de 2016.

OLIMPÍADAS 2016

Em visita sexta-feira dia (11) ao Complexo Esportivo de Deodoro, no Rio de Janeiro, a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou que o Brasil cumpriu todas as exigências sanitárias internacionais e está pronto para receber os animais que disputarão as provas de hipismo durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, em agosto. Kátia Abreu conheceu o Centro Olímpico de Hipismo, o circuito de Cross Country, o Centro de Pentatlo Moderno e a Arena da Juventude, onde, na hora da visita, ocorria uma rodada de ranking de esgrima.

ABERTURA

Os governos do Brasil e dos Estados Unidos devem concluir, ainda neste primeiro semestre, a abertura recíproca de mercados à carne bovina resfriada e congelada. Segundo a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tatiana Palermo, ainda restam negociações sobre saúde pública para a habilitação do Brasil à exportação de carne bovina in natura aos EUA. A secretária destaca que o “boi verde”, como é conhecido o gado brasileiro, produz uma carne saudável, com baixo teor de gordura, indo ao encontro de tendências de consumo nos mercados mais seletivos do mundo, como o norte-americano.

Email. mauricio.picazo.galhardo@hotmail.com.

Jornalista voluntário (MTB 64.425/SP)

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