Sipat da Santa Casa inova com ‘gameficação’ e envolve funcionários

O grupo que mobilizou o hospital na Sipat contou com a participação de Tadeu Leal, Alex Torres, Natália Ferrari Ferreira, Laira Honorato, Carolini Carfe de Oliveira, Deborah Milani, Clayton Corona e Giovana Barbosa de Souza. Foto: Divulgação.
O grupo que mobilizou o hospital na Sipat contou com a participação de Tadeu Leal, Alex Torres, Natália Ferrari Ferreira, Laira Honorato, Carolini Carfe de Oliveira, Deborah Milani, Clayton Corona e Giovana Barbosa de Souza. Foto: Divulgação.

Termina nesta sexta-feira (16), com duas palestras e apresentação musical, a 30ª edição da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat) da Santa Casa de Marília. A comissão organizadora apostou em uma programação dinâmica e adotou a linguagem da “gameficação” com o divertido Desafio Sipat. O resultado, desde a segunda-feira (13), foi o amplo envolvimento dos funcionários.

A formação de uma Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e a realização anual da Sipat estão previstas na legislação trabalhista. Porém, no complexo hospitalar, a discussão e promoção da segurança são mais que obrigações legais: são parte da cultura da entidade.

Acidentes com exposição biológica e perfurocortantes, além dos chamados acidentes de trajeto, são os mais comuns entre os trabalhadores da saúde. Na Santa Casa de Marília, os indicadores apontam queda nos últimos anos, segundo o presidente da comissão, Tadeu Alexandre Leal da Silva.

 “A maior parte dos acidentes no ambiente hospitalar acontece com os novos funcionários, por isso é necessária boa formação e constante treinamento. Temos trabalhado essa questão com o apoio da diretoria e avançado bastante. Já no caso do trajeto, o risco é potencializado pelo grande número de motos e a rotina dos profissionais, que muitas vezes têm mais de um emprego com pouco intervalo entre as jornadas”, afirma.

O diretor de Gestão e Desenvolvimento Institucional, Márcio Mielo, lembra que a redução das ocorrências deve ser um compromisso de todos. “As estratégias da semana dedicada a essa discussão pedem constante revisão. A diretoria apoia os funcionários para que a Sipat seja cada vez mais efetiva e favoreça a prevenção”, disse.

Em 2016, a organização partiu do princípio de que as pessoas aderem e aprendem muito mais quando deixam de ser meros espectadores. Além da agenda de palestras com temas atuais, a comissão organizadora, formada por funcionários da Cipa, lideranças convidadas e do Sesmt (Serviço Especializado de Engenharia, Segurança e Medicina do Trabalho), também investiu na gameficação e lançou o “Desafio Sipat”, uma espécie de gincana.

As equipes “vermelha” e “verde” duelaram, durante a semana, em provas que incluem paródia, foto criativa, perguntas e respostas “show do milhão”, entre outras. Uma das provas pontuou o grupo que levou mais colegas às palestras. Com estas estratégias, durante os cinco dias, a adesão estimada ultrapassa os 70% do corpo funcional.

Entre os temas, foram tratados assédio moral (Cristiano Mazeto), doenças sexualmente transmissíveis (Jurandir Gelmi Júnior), doação de órgãos e tecidos (Deborah Milani e Izabel Travitzky), suicídio (Andreia de Aguiar Silva, Iotti Ilidiana Teixeira, Ivete Andrade, Jaqueline Rossignoli, Margareth Sucena), câncer de mama (Wellerson de Aguiar Miranda), planejamento financeiro (José Augusto Gomes).

A programação incluiu ainda uma aula/demostração de zumba (Multi Ritmos), oficina de beleza (produtos Mary Kay) e apresentação musical com Vânia Gomes. O presidente da Cipa, Tadeu Alexandre Leal da Silva, agradeceu o apoio dos parceiros e empresários apoiadores, além dos funcionários que trabalham na organização do evento.

Além de Tadeu, o grupo que mobilizou o hospital na Sipat contou com a participação de Alex Torres, Natália Ferrari Ferreira, Laira Honorato, Carolini Carfe de Oliveira, Deborah Milani, Clayton Corona e Giovana Barbosa de Souza.

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