20 de May de 2019

Coluna Agronegócio por Mauricio Picazo Galhardo

O Ministério da Agricultura tomou providências para impedir que chegue ao Brasil a Gripe Aviária
BATATAIS
A Casa da Agricultura de Batatais (Região de Ribeirão Preto), espaço voltado ao atendimento dos 900 proprietários rurais do município, teve suas instalações renovadas, ganhando inclusive um auditório para 100 pessoas, e foi reinaugurada no dia 8 de dezembro de 2016. No total, o Governo do Estado de São Paulo investiu R$ 178.566,13, por meio do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável – Microbacias II – Acesso ao Mercado, para realizar a adequação das instalações elétricas e hidráulicas, pintura, recolocação de pisos e azulejos, aquisição de equipamentos para a cozinha, móveis de escritório e ar condicionado.
FÔLEGO
Após um período difícil de fechamento e recuperação judicial de usinas, o setor sucroalcooleiro retoma o fôlego para pensar no futuro e encarar desafios para a consolidação definitiva do etanol e a sua participação na matriz de combustíveis do Brasil, reforçaram especialistas durante o evento de encerramento da safra 2016/2017 da usina Guarani, do Grupo Tereos, no dia 8 de dezembro de 2016, em Bebedouro. A usina encerrou a safra com a moagem de 19,8 milhões de cana, sendo 11,3 milhões de fornecedores e 8,5 milhões de produção própria.
ALERTA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) emitiu na sexta-feira dia (9) alerta sanitário, por tempo indeterminado, para intensificar as ações de defesa destinadas a prevenir a entrada da gripe aviária no país. Não é a primeira vez que o Mapa emite este tipo de alerta, porque a doença é uma ameaça permanente no mundo. Por ser livre da gripe aviária, o Brasil precisa redobrar seus esforços para proteger a sanidade de seus planteis de aves. De acordo com o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, os setores público e privado deverão aplicar medidas mais rígidas de controle dos plantéis. “Nossa maior preocupação são as aves migratórias, que vêm ao país para fugir do inverno no Hemisfério Norte. A produção comercial já tem controles sanitários muito rígidos.”
MANDIOCA
A colheita de mandioca foi retomada na última semana, favorecida por chuvas em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Mesmo assim, agricultores com disponibilidade de mandioca de segundo ciclo continuaram postergando a comercialização da raiz, na expectativa de altas mais expressivas nos preços. Com isso, as cotações da mandioca voltaram a subir, apesar da baixa demanda de fecularias e de farinheiras. Entre 5 e 9 de dezembro, o valor médio a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 466,67 (R$ 0,8116 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), alta de 2,3% frente à média anterior.
MAMÃO
Nesta semana (de 05 a 09 de dezembro), o mamão havaí se valorizou levemente na Ceagesp. Isso porque, segundo atacadistas consultados pelo Hortifruti/Cepea, a procura pela variedade está maior devido aos preços mais baixos, resultantes do alto volume de havaí disponível nas regiões produtoras. Contudo, apesar de o início de mês trazer melhores perspectivas ao mercado, a comercialização seguiu restrita na capital paulista, não havendo nenhuma grande alteração nas cotações. Houve relatos de que apesar da oferta de havaí ainda ser alta na maioria das regiões produtoras, a entrada da variedade diminuiu nas bancas, elevando as cotações.
SOJA
As negociações de soja no mercado brasileiro seguem enfraquecidas, agora influenciadas por estimativas indicando safra cheia na América do Sul, pela oferta ampla nos Estados Unidos e pela valorização do Real frente ao dólar. Ainda assim, as ofertas de vendas de produtores seguem acima da paridade de exportação, enquanto compradores ativos, atentos à possibilidade de safra nacional recorde, tentam adquirir a soja a valores menores. Como resultado, observa-se diferença de 4 a 5 reais/saca entre as ofertas de compra e de venda.

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