19 de August de 2018

Por falta de interessados, licitação para venda de áreas públicas de Marília é prorrogada

Vista aérea da cidade de Marília. Fonte: Panoramio.
Vista aérea da cidade de Marília. Fonte: Panoramio.

A Prefeitura de Marília prorrogou a licitação nº 006/2015, destinada à alienação de imóveis públicos discriminados na Lei Municipal nº 7786/2015, aprovada pela Câmara no dia 27 de abril contra o voto dos vereadores Cícero do Ceasa, Mário Coraíni Júnior e Wilson Damasceno. O motivo foi a falta de licitantes. A nova data para abertura dos envelopes com as propostas dos interessados foi marcada para 16 de setembro às 09h10.

Essas áreas, chamadas de “bens dominiais”, foram recebidas pelo Município por ocasião da aprovação de loteamentos. Os imóveis a serem vendidos são:

  • Área de 6.067,96m² (loteamento residencial e comercial Fazenda São Sebastião);
  • Área de 4.220,74m² (Bairro Residencial Reserva Esmeralda);
  • Área de 6.320,81m² (loteamento Villa Flora Aquarius);
  • Área de 786,09m² (Bairro Cascata, anexo ao Parque Residencial Vale Verde);
  • Área de 557,45m² (Bairro Jardim Esplanada);
  • Área de 773,62m² (Bairro jardim Esplanada);
  • Área de 930,78m² (Bairro Jardim Esplanada);
  • Área de 624,30m² (Bairro Jardim Esplanada);
  • Área de 587,18m² (Bairro Jardim Esplanada);
  • Área de 707,35m² (Bairro Jardim Esplanada);
  • Área de 3.652,00m² (Bairro Senador Salgado Filho) e
  • Área de 4.682,00m² (loteamento Fazenda São Sebastião).

No total, o Município irá se desfazer de um patrimônio correspondente a 29.910,28 m². Em contrapartida, para abrigar todos os departamentos públicos, a Prefeitura tem que alugar imóveis na cidade, pois os prédios existentes não são suficientes. Atualmente, a despesa mensal chega a R$ 385.940,42, conforme pesquisa realizada pela MATRA no Portal da Transparência da Prefeitura.

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