19 de May de 2019

A morte do ator Robin Williams revela o lado escuro do vício e da depressão

Com extratos retirados dos site americanos USA Today e Forbes; e do site oficial do AE

Talvez não aparente, mas uma coisa é certa: se você esta triste ou precisa de ajuda com vício, fale com alguém
Talvez não aparente, mas uma coisa é certa: se você esta triste ou precisa de ajuda com vício, fale com alguém

Investigadores da California disseram que a morte do ator Robin Williams foi realmente um suicídio por enforcamento: ele foi encontrado morto em seu quarto, vestido, ligeiramente suspenso em posição sentada com um cinto de couro em volta do pescoço, com uma ponta encravada entre a porta do armário e o batente da porta.

Numa conferência de imprensa, o tenente Keith Boyd, vice-assistente de legista-chefe para Marin County, na Califórnia, disse que quando chegaram ao local o ator já estava morto.

Williams foi encontrado por seu assistente pessoal, que estourou a porta do quarto na segunda pela manhã, quando o ator deixou de responder aos chamados. Ela estava muito perturbada durante a ligação que fez a polícia para relatar o acontecido.

O lado escuro do vício e da depressão

Em entrevistas, Williams sempre foi bastante aberto sobre suas batalhas contra o uso de cocaína e álcool, principalmente na década de 1980. Ele disse em uma entrevista à revista People, em 1988, que a cocaína “era um lugar para se esconder. A maioria das pessoas ficam ligadas com o pó, mas à mim ela me desacelera”.

Depois de estar sóbrio há mais de 20 anos, Williams deu uma recaída com a bebida, em 2004, depois que seu grande amigo Christopher Reeve, com quem ele estudou em Julliard, morreu. Ele se internou em uma clínica de reabilitação em 2006 para obter ajuda com seu vício em álcool. Em 2009, Williams passou por uma cirurgia cardíaca, e dizem que a experiência o afetou profundamente. No início deste ano, ele voltou para o tratamento, para “melhorar” a sua sobriedade.

É difícil saber que tipo de conversa Williams tinha consigo mesmo, mas era, sem dúvida, conversas com tom escuro, as vezes. “Você está de pé em um precipício e você olha para baixo, há uma voz e é uma pequena voz silenciosa que diz, “Pula”, disse Williams em uma entrevista com Diane Sawyer, em 2006. “É a mesma voz que diz: “Só mais um… E a idéia de ‘apenas mais um gole’ para alguém que não tem tolerância para o vício, precisa ser evitada”.

Uma coisa é certa, se você esta triste ou precisa de ajuda com vício, fale com alguém

Há vários modos de procurar ajuda e você pode começar conversando com seus pais ou algum familiar mais próximo. Entretanto, é sempre bom ir atrás de organizações ou grupos de ajuda respeitados. Este é o caso do Amor-Exigente, um programa de auto e mútua ajuda que desenvolve preceitos para a organização da família, que são praticados por meio dos 12 Princípios Básicos e Éticos, da espiritualidade e dos grupos de auto e mútua-ajuda que através de seus voluntários, sensibilizam as pessoas, levando-as a perceberem a necessidade de mudar o rumo de suas vidas e do mundo, a partir de si mesmas.

Há 29 anos, o Amor-Exigente (AE) atua como apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos  e também para pessoas com comportamentos inadequados. O Programa eficaz estendeu-se também ao trabalho com Prevenção , passando a atuar como um movimento de proteção social já que Amor-Exigente, desestimula a experimentação, o uso ou abuso de tabaco, do álcool e de outras drogas, assim como luta contra tudo o que torna os jovens vulneráveis, expostos à violência, ao crime, aos acidentes de trânsito e à corrupção em todas as suas formas; são também propostas do Amor-Exigente.

Em Marília o AE encontra-se na R.Maria Angelina Zillo Vanin, 75, Jardim Estoril. Os contatos são: telefone (14) 3433-1007 e endereços eletrônicos contatos@amaemarilia.com.br / vegelas@hotmail.com. A coordenadora do AE Marília é Vera Lúcia Lorenzetti Gelás.

Reveja, em poucos segundos, os principais momentos de Robin Williams na televisão e no cinema.

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