17 de June de 2019

Comerciantes de Marília e região são convocados para assembleia geral

DISSÍDIO COLETIVO

Pedro Pavão e Libânio Oliveira conversam sobre dissídio do comércio - Foto: Divulgação

Comerciantes  de Marília, Álvaro de Carvalho, Alvinlândia, Echaporã, Guaimbê, Júlio Mesquita, Lupércio, Ocauçu, Oriente, Garça, Oscar Bressane, Pompeia, Vera Cruz e Assis, estão sendo convocados pelo presidente do Sincomércio (Sindicato do Comércio Varejista de Marília), Pedro Pavão, para assembleia geral extraordinária, no dia 11 de setembro, as 15h30, para discutir e debater sobre os novos índices a serem apresentados no dissídio coletivo de trabalho deste ano. O encontro será na sede da Acim (Associação Comercial e Industrial de Marília), que está reforçando a convocação entre os comerciantes marilienses. “Não é só para associado e sim para todos os empresários que querem colaborar na discussão sobre o dissídio coletivo dos empregados no comércio. Isso atinge a todos e depois de sacramentado não tem como evitar”, destacou Libânio Victor Nunes de Oliveira, presidente da Acim.
Recentemente a Acim promoveu uma reunião entre diretores da entidade com o presidente do sindicato patronal como forma de ouvir dele as dificuldades que encontra para se chegar num acordo com os trabalhadores do comércio. “Está cada dia mais difícil desenvolver um bom trabalho no comércio em virtude de uma exagerada carga tributária e uma série de implicações na lei que criam obstáculos para se trabalhar mais e melhor”, opinou Oliveira.
Para Oliveira, o comerciante precisa se envolver mais nesta questão que lhe atinge diretamente. “O dissídio é uma lei que pode ser alterada a cada ano, de acordo com os entendimentos. Da forma como está o comércio em geral, complica o desenvolvimento do trabalho, estimulando demissões, queda de rendimento (e isso reflete no pagamento de tributos) e principalmente em fechamento de lojas. O comerciante precisa assumir algumas situações e o trabalhador aceitar outras condições. Se os dois lados não pensarem melhor, todos perderão”, destacou.
Na pauta da assembleia está a determinação a ser seguida pelo presidente do sindicato patronal quanto a celebração da convenção coletiva de trabalho com o sindicato de empregados no comércio. “O empresário deve participar, e não podendo, pode se fazer representado, munidos dos documentos específicos para pode debater e decidir”, completou Oliveira que espera a presença de um bom número de comerciantes de Marília e região para pode sugerir alternativas viáveis para o representante legal da categoria, na negociação com os representantes dos trabalhadores.

Entre na conversa...