20 de September de 2019

Hospital encerra etapa do Programa de Revitalização e conquista selo ‘Prata’

Consultor Jackson Vilela entrega relatório ao provedor Milton Tédde. Foto: Divulgação.
Consultor Jackson Vilela entrega relatório ao provedor Milton Tédde. Foto: Divulgação.

A Santa Casa de Misericórdia de Marília recebeu, nesta quinta-feira (07), o relatório com os resultados da primeira etapa do “Programa CPFL de Revitalização dos Hospitais Filantrópicos”, financiado pela concessionária de energia e desenvolvido pelo Cealag (Centro de Estudos Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão), organização vinculada ao Departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

[contextly_auto_sidebar]A entrega e apresentação do documento, após mais de um ano de trabalho, foi feita pelo consultor Jackson Vilela, durante encontro que reuniu diretores e lideranças (encarregados e gerentes) do hospital.

Com o envolvimento de todos os setores da instituição, grande empenho de colaboradores das áreas técnicas, de apoio e administrativa, sob orientação da Diretoria de Gestão e Desenvolvimento Institucional, a Santa Casa de Marília obteve um total de 305 pontos na avaliação de quesitos do Programa CQH (Compromisso com a Qualidade Hospitalar), conferindo ao hospital a certificação “Prata”.

O processo terá sequência por mais um ano, com acompanhamento dos consultores e nova avaliação. Foi verificada a conformidade de centenas de itens, distribuídos em “perfil da instituição” e mais oito critérios (liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas, processos e resultados).

A partir do primeiro relatório (resultado de duas visitas) o foco passa a ser a consolidação do resultado e a conquista de mais pontos na próxima visita, a partir do reconhecimento das possibilidades de melhoria e das mudanças implementadas.

Gratidão

Durante o encontro desta quinta-feira, a diretoria agradeceu a oportunidade proporcionada pela CPFL/Cealag e ressaltou a atenção e o apoio dos consultores. Destacou ainda o engajamento de todos os funcionários, responsáveis diretos pelo bom desempenho.

“A certificação não ocorre para que a instituição tenha um selo de qualidade, mas para que ela possa incorporar a cultura da qualidade em um processo contínuo e irreversível”, disse o diretor de Gestão e Desenvolvimento Institucional, Márcio Mielo.

A superintendente da Santa Casa de Marília, Kátia Ferraz Santana, destacou com clareza as duas metas da diretoria para 2016: “Ninguém tem dúvida de que agora vamos buscar a certificação ouro; esse é um dos grandes objetivos para este ano. O outro (objetivo), é adotar ações de redução de despesas e geração/captação de receitas”.

Para o provedor da Santa Casa, empresário Milton Tédde, a instituição demostra equilíbrio e maturidade ao investir no processo de qualidade. “Nós, da diretoria, lutamos no nosso dia a dia para obter recursos, para negociar formas de manter o hospital funcionando. As dificuldades são imensas e mesmo com a falta de comprometimento do Poder Público, estamos conseguindo manter a Santa Casa equilibrada. E só conseguimos, porque temos funcionários, médicos e parceiros que se comprometem e vestem a camisa. O clima de crise não ‘contaminou’ o hospital e mesmo com toda dificuldade, com o empenho dos funcionários, conquistamos essa certificação”, disse o provedor.

Entre na conversa...