26 de September de 2018

Empresário Marco Antonio lamenta citação de esposa vereadora em reportagem

Vereadora Daniela (PR). Reportagem do G1 levanta suspeita sobre seu esposo, Marco Antonio, participar de esquema de nota fria na Alesp. Foto: Câmar
Vereadora Daniela (PR). Reportagem do G1 levanta suspeita sobre seu esposo, Marco Antonio, participar de esquema de nota fria na Alesp. Foto: Câmar

A reportagem investigativa vinculada no SP G1 na hora do almoço de hoje (04) trouxe a empresa de Marco Antonio D’avila Alves (Marco Antonio D’avila Alves ME) como uma das investigadas em um suposto esquema de “notas frias” de serviços gráficos a parlamentares. 

Encontrado pela equipe do G1 em frente a Câmara Municipal de Marília, a reportagem mencionou que Marco Antonio é casado com a vereadora Daniela (PR). Essa associação fez o empresário soltar uma nota a imprensa, lamentando o “uso político” da reportagem.

Entretanto, o que as pessoas querem saber mesmo é sobre o tipo de uso político que é feito da empresa de Marco Antonio junto a parlamentares.

Confiram a nota na íntegra.

Nota para imprensa

A Marco Antonio D’avila Alves ME, empresa estabelecida na cidade de Marília desde o dia 7 de maio de 1999, portanto há quase duas décadas, 20 anos, vem a público esclarecer que a prestação de serviços para quaisquer clientes ocorre dentro da legalidade e regularidade. Em nenhum momento a empresa burlou o processo para a prestação de serviços e cumpriu prazos e exigências jurídicas para honrar com as demandas solicitadas pelos clientes em questão, no caso, parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Enquanto prestadora de serviços informativos e produção, a Marco Antonio D’avila Alves -ME nunca declarou que possui parque gráfico, mas sim a de confecção de boletins, jornais e periódicos, conforme demanda dos clientes. Importante salientar que em nenhum momento a empresa negou a apresentar informações, responder as perguntas ou atender, inclusive os informes confeccionados ao cliente, também foram entregues em mãos ao repórter da emissora. Lamentamos duramente o viés uso político da reportagem, que tentou associar um fato irrelevante no corpo da reportagem, o do proprietário ser esposo de uma professora que exerce cargo eletivo, e o equívoco ter misturado numa mesma matéria informações de empresas não encontradas.

Entre na conversa...