19 de October de 2018

Consultas ao SCPC em 2015 cai cerca de 6% em Marília

Lojas do comércio de Marília estarão abertas nesta terça-feira, feriado municipal, somente na cidade
Rua Prudente de Moraes, no centro da cidade de Marília. Foto: Divulgação.

O vice presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins considerou normal a queda de 5,86% no número de consultas durante todo o ano de 2015. “Considerando o crescimento da utilização dos cartões de crédito, débito e benefícios, o crediário individual entre as empresas ainda é um excelente mecanismo de venda”, disse o dirigente ao observar as 381.482 consultas realizadas em 2014 e as 359.128 consultas realizadas em 2015. “Nos momentos atuais em que a economia não inspira confiança alguma, ter crediário próprio é uma alternativa de cativar o cliente”, disse o dirigente mariliense.

[contextly_sidebar id=”zgpuKb5mhLzZkuLKDKyYm36D0Zx3tayK”]Na opinião de Adriano Luiz Martins ao promover o crediário próprio, o lojista obriga a presença do consumidor mensalmente na loja com o pagamento das prestações. “Ao visitar a loja, seja qual for o motivo, é sempre uma nova oportunidade para vender”, acredita ao apontar o banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), como sendo o mais eficaz e eficiente no mercado de crediário. “Nossas informações são rápidas, em fração de segundos, além de nacionalizada”, argumentou ao lembrar que o SCPC detém o maior banco de dados cadastrais de pessoas físicas e jurídicas. “Desconheço quantidade e qualidade de informações cadastrais melhores que a do SCPC”, admitiu.

No ano passado o mês de dezembro foi o que maior quantidade de acesso obteve com 35.806 consultas realizadas no maior e mais importante mês para o comércio em geral. “Naturalmente por causa das vendas no Natal”, disse Adriano Luiz Martins ao visualizar o mês de maio como o segundo maior em número de consultas com 31.360 acessos ao banco de dados do SCPC da Acim. “Claro que é por causa das vendas do Dia das Mães, o segundo melhor mês do ano em termos de volume de vendas no comércio em geral”, frisou o vice presidente da Acim que não apontas esses dados como forma de avaliar a performance no comércio. “Consultar não quer dizer de que a venda foi realizada”, destacou. “As vendas com cartão de crédito e pagamento a vista, não entram, naturalmente nesta nossa estatística, que se baseia apenas na venda pelo crediário”, explicou.

Somente o mês de junho do ano passado em que os acessos de 2015 foram maiores do que a de 2014, com um crescimento de 3,97%, tendo os demais 11 meses do ano inferiores a temporada anterior. “Uma tendência natural, pela mudança dos hábitos dos consumidores que passaram a utilizar mais os cartões de crédito, débito e benefícios para as compras, e esses sistemas não utilizam consultas”, repetiu o vice presidente da Acim ao afirmar que o fato de haver queda nas consultas queira dizer que menos pessoas utilizam o sistema consultivo. “As consultas ao SCPC são, e sempre serão, a melhor ferramenta preventiva para uma venda mal sucedida”, disse. “A consulta ajuda a prevenir roubos, furtos e restrições diversas de consumidores mal intencionados”, acrescentou Adriano Luiz Martins ao sugerir que o comerciante em geral adquira o hábito de consultar o CPF ou o CNPJ quando for fechar algum negócio seja na compra ou na venda.

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