Feijão: Alíquota para a importação pode ser reduzida

Feijão está caro, mas continua sendo o companheiro nas refeições brasileiras - Foto: Internet

PLANO

O Ministério da Agricultura, Florestas e Pescas (MAFF) do Japão atualizou a norma que possibilitará ao Brasil exportar melão, caqui, frutas cítricas e novas variedades de manga para aquele país. O adido agrícola no Japão, Marcelo Mota, recebeu carta das autoridades fitossanitárias nipônicas informando sobre a necessidade de se apresentar o plano de trabalho sobre os procedimentos oficiais e de responsabilidade dos exportadores. O documento deve ter informações sobre o controle de pragas, incluindo a gestão de risco para algumas espécies de mosca-das-frutas.

SENADO

Durante mais de três horas, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) apresentou as prioridades da pasta à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado  A desburocratização e a ampliação do mercado externo foram os principais pontos destacados pelo ministro. Maggi também falou sobre a proposta de taxação das exportações agrícolas para o financiamento da Previdência Social.

FEIJÃO

A redução da alíquota para a importação foi solicitada após alta do preço do grão no mercado interno, principalmente do feijão carioca, que corresponde a mais de 70% do consumo brasileiro. Conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a maio, o feijão carioca em 2016 apresentou alta de 33,49% e no acumulado dos 12 meses 41,62%. Já o feijão-mulatinho 37,44% em 2016 e 48,79% nos 12 meses.

DEMANDA

As cotações da mandioca subiram pela quarta semana consecutiva nas regiões acompanhadas pelo Cepea. Com clima favorável, agricultores continuaram postergando a colheita e priorizando o plantio da safra 2016/17 na última semana, diminuindo, assim, a oferta da raiz para as indústrias de fécula e de farinha. A demanda, por sua vez, continuou firme no mesmo período, influenciada pela melhora nos mercados de derivados.

PREÇO 

Os valores da soja em grão e dos derivados caíram no Brasil na última semana, pressionados pela desvalorização do dólar frente ao Real. Esse cenário afastou vendedores do mercado, que apostam em recuperação das cotações nos próximos meses, fundamentados nos baixos estoques das indústrias, no elevado volume de soja já comprometido e nas exportações em ritmo acelerado neste ano.

MILHO

Os preços do milho estão caindo com força na região de Campinas (SP). Em sete dias, o recuo foi de expressivos 15,7%, ou de 7,98 reais/saca, com o Indicador ESALQ/BM&FBovespa voltando para a casa dos R$ 42/saca de 60 kg – na sexta-feira, 24, fechou a R$ 42,64/saca de 60 kg. As quedas da última semana foram as mais intensas de toda a série histórica deste Indicador, iniciada em 2004.

PREÇOS

O aumento na oferta das principais frutas comercializadas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) mais representativas do país incentivou a queda registrada de preços nos mercados atacadistas em maio. É o que revela o 6º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado terça-feira (21) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

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FEIJÃO 2

A queda de 32,8% na área cultivada de feijão da seca no Estado de São Paulo foi impactada pela redução drástica da produção de São João da Boa Vista, Itapeva e Itapetininga, três das quatro principais regiões produtoras, influenciando a oferta do produto, pois o feijão da seca atualmente corresponde a cerca de 20% da produção paulista anual. O levantamento, realizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI).

CALENDÁRIO AGRÍCOLA JULHO SP

Plantio: Mandioca. Colheita: Algodão, Café, Cana-de-açucar. Fases da Lua Julho: Dia 4 lua Nova, Dia 11 lua Crescente, Dia 19 lua Cheia, e Dia 26 lua Minguante.

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