Semana Mundial de Aleitamento Materno e mamaços miram o preconceito

Gisele Bündchen amamenta sua filha Vivian Lake. Foto: Reprodução/Instagram.
Gisele Bündchen amamenta sua filha Vivian Lake. Foto: Reprodução/Instagram.

Entre 01 e 07 de agosto, será celebrado a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Neste ano a WABA, entidade promotora do evento em âmbito mundial, propõe um desafio aos profissionais de saúde: relacionar as comemorações da Semana Mundial da Amamentação aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que os governos ao redor do mundo se comprometeram a alcançar até 2030.

Dentre os objetivos da Semana Mundial de Aleitamento Materno 2016 destacam-se:

  • Informar as pessoas sobre os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e como eles se relacionam com o aleitamento materno e a Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Criança de Primeira Infância;
  • Ancorar firme o aleitamento materno como um componente essencial para o desenvolvimento sustentável;
  • Estimular uma variedade de ações quanto ao aleitamento materno e alimentação infantil em todos os níveis, na nova era dos ODS;
  • Envolver e colaborar com uma ampla gama de atores em torno da promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

 

Mamaços

Além desta iniciativa voltada aos interessados acadêmicos na amamentação e sustentabilidade, outras ações ajudam a combater o preconceito e conscientizar as pessoas sobre o ato materno. Umas dessas ações é o chamado “mamaço”.

Os mamaços reúnem mulheres com bebês no colo. Elas já se encontraram em parques e praças de capitais como Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Belém para exigir o direito de amamentar em público. Geralmente, essas ações surgem após um ato de discriminação contra mães que amamentavam seus filhos em locais de grande circulação.

No Brasil, são vários os casos de discriminação que atingiram notoriedade. Tem o caso de uma mãe que foi proibida de amamentar seu bebê enquanto visitava uma exposição no Instituto Itaú Cultural, na capital paulista. Tem também o caso da mãe de bicicleta, amamentando a filha já crescidinha, e o comentário preconceituoso na rede social, “pobre fazendo pobrice”.

Após esta polêmica, um movimento de combate nas redes sociais viralizou. As pessoas passaram a publicar fotos amamentando seus filhos em sua páginas no Facebook, Twitter e Instagram, como a modelo internacional Gisele Bundchen.

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