22 de August de 2018

Chamado de “fascista” e “autoritário”, Alckmin é hostilizado em visita a Marília

Governador Geraldo Alckmin foi duramente hostilizado na última visita a Marília, sexta-feira passada (27). Ao deixar o restaurante popular Bom Prato, inaugurado por ele, Alckmin foi cercado por manifestantes ruidosos com seus gritos de guerra.

A hostilidade ao governador foi estendida ao prefeito Vinícius Camarinha e ao pai dele, o deputado federal e agora candidato a deputado estadual Abelardo Camarinha (ambos do PSB). Todos tiveram enorme dificuldade para entrar nos carros; os seguranças foram determinantes para evitar vias de fato, mas não conseguiram impedir esbarrões contra eles.

Alckmin estava na mira dos estudantes da Unesp, Campus de Marília. Em apoio à greve dos professores da universidade, que já dura mais de um mês, eles gritavam: “Autoritário é o governador, a greve é justa, é de trabalhador”. Os estudantes cobram a contratação de mais docentes e reajuste salarial, construção de um novo bloco de moradia estudantil no campus e maior repasse de verbas para bolsas de extensão universitária. O protesto também incluiu gritos de “fascista” contra o governador na porta do Bom Prato, no Centro.

Antes do almoço, Alckmin havia inaugurado o prédio da unidade de reabilitação ‘Lucy Montoro’, anexa ao Hospital das Clínicas.

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